Rita Santos

Apresentação:

Olá! Eu sou a Rita Santos, tenho 17 anos e estou no último ano do secundário no curso de Ciências e Tecnologias.

Considero-me uma pessoa criativa, cativante, sonhadora e trabalhadora. Gosto de me manter ativa e de não esperar que as coisas aconteçam na minha vida, sem que eu faça nada para que elas aconteçam. Escolhi as disciplinas de Biologia e Psicologia que, de numerosas maneiras, estão relacionadas.

Sendo este o meu último ano de secundário, pretendo experimentar novas experiências e aproveitar cada momento e oportunidade que me são oferecidas. Uma dessas foi a criação deste blogue no qual vou postando assuntos relacionados com as minhas aulas de biologia, como resumos, notícias e não só. Este também vai ser utilizado para expor opiniões/pontos de vista em relação a diversos tópicos da atualidade. 

Espero que gostem e que aprendam um pouco mais todas as semanas com o meu conteúdo! <3

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Terça-feira, 27 de Maio de 2022

Olá a todos !

Hoje vim falar-vos um pouco de uma notícia que fala sobre a saúde psicológica, mais precisamente, de que nem todo o envelhecimento do nosso cérebro afeta o desempenho cognitivo.

Uma investigação da Universidade de Coimbra concluiu que apesar de existirem alterações no nosso cérebro à medida que envelhecemos, nem todas contribuem para uma diminuição da eficácia em tarefas cognitivas

O estudo foi desempenhado pelos investigadores Maria Ribeiro e Miguel Castelo-Branco e mostra que "nem todas as alterações que surgem no nosso cérebro são significativas para a forma como ele funciona", refere a notícia publicada na revista científica eLife e comentada no Público  Os investigadores apontam que " O cérebro muda de forma significativa com o envelhecimento, mas, pelo menos, parte dessas alterações, poderão não ser relevantes do ponto de vista do seu funcionamento".

O cérebro nunca para e, mesmo em repouso, a atividade cerebral mostra flutuações. "Períodos de grande atividade cerebral são seguidos de períodos de atividade mais baixa, alternando de uma região ou rede neuronal para outra, em constante movimento. Chamamos a esta atividade cerebral, atividade espontânea", explicaram os dois autores do estudo, concluindo que "com o envelhecimento, a atividade cerebral espontânea tende a tornar-se mais estável".

" O padrão de atividade cerebral das pessoas mais velhas sugere flutuações de atividade neuronal de menor amplitude e uma redução da ativação espontânea das redes neuronais que abrangem regiões distantes do cérebro. Por outro lado, do ponto de vista comportamental, as pessoas mais velhas têm mais dificuldade em manter o desempenho constante, isto é, quando repetem a mesma tarefa ao longo do tempo as respostas são mais variáveis. Este as peto parece estar associado a um pior desempenho cognitivo e é um preditor do declínio cognitivo e de patologia cerebral associada à demência".

Os dois investigadores após procurarem perceber como é que a atividade cerebral mais estável nas pessoas mais velhas pode estar associada a um desempenho comportamental mais variável, conseguiram observar "uma dissociação entre a atividade cerebral espontânea, que serve de pano de fundo para tudo o que acontece no cérebro, e a atividade cerebral que é induzida durante o desempenho cognitivo", isto, através do método de comparação entre os padrões de atividade cerebral de pessoas mais velhas com os padrões cerebrais de jovens adultos e do estudo da "associação entre a atividade cerebral espontânea e as respostas neuronais quando os participantes executavam tarefas cognitivas", que acabou por não existir.

Concluindo, apesar "de as pessoas mais velhas terem uma atividade cerebral espontânea menos variável, a sua atividade cerebral associada ao desempenho cognitivo mostra o mesmo nível de variabilidade dos jovens adultos".

Decidi fazer esta publicação por ter ouvido falar dela e tê-la ido ler, despertando em mim interesse, visto que também tenho como disciplina Psicologia, que se conecta em diversos tópicos com a Biologia, este incluído. 

Esta publicação relaciona-se com a Ciência, a Tecnologia e a Sociedade, isto, pois, respetivamente, foi necessário os métodos científicos para a realização deste estudo, foi necessário o meio de pesquisa e de apontamentos do mesmo e, por fim, foi necessário as pessoas para a elaboração da investigação, para se conseguir observar os resultados com que esta investigação é baseada.

Obrigada e espero que tenham gostado !! <3

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Terça-feira, 13 de Maio de 2022

Bom dia a todos!

Bem vindos a mais uma publicação, na qual eu vou falar um pouco sobre a notícia que saiu hoje: Cientistas fazem crescer plantas em amostras de solo lunar.

Cientistas já se tinham debatido se era possível cultivar plantas na lua e parece que sim! Pelo menos, na Universidade da Florida, plantas cresceram em amostras de solo lunar. A experiência foi concebida pelos cientistas do Instituto de Ciências Alimentares e Agrícolas da Universidade da Florida, em solo lunar trazido para a Terra, por Neil Armstrong e a sua tripulação, durante a Missão Apollo 11, há mais de 50 anos.

A bióloga e geneticista Anna-Lisa Paul explica à Euronews: "Durante a sua primeira semana de vida, não houve realmente qualquer diferença entre os controlos e as plantas lunares. Portanto, não havia nada inerentemente tóxico para as plantas no rególito lunar que impedisse o crescimento das plantas. Tudo o que temos de fazer é descobrir como mitigar os efeitos negativos".

Há um ano, em diversas mini cápsulas, foram colocadas sementes de agrião numa grama de solo lunar e, apesar de os investigadores perceberem que os rebentos cresciam mais lentamente e com raízes raquíticas, os resultados foram considerados encorajadores. O geólogo Stephen Elardo acrescentou: "Este foi o primeiro passo no que esperamos que seja um processo muito longo e de várias décadas para descobrir este material e quando voltar-mos à lua, fazê-lo na superfície lunar".

Este estudo é oportuno para a NASA, porque, poder cultivar alimentos na lua, seria um passo gigante para as missões dos futuros astronautas, pois esta está se a preparar para a exploração habitada e robotizada da Lua, através das missões do programa Artemis. O chefe da agência espacial americana, Bill Nelson, disse: "Esta investigação é crucial para os objetivos de exploração humana a longo prazo da NASA (...) teremos de utilizar os recursos encontrados na Lua e em Marte para desenvolver fontes alimentares para os futuros astronautas que viverão no espaço profundo".

Em relação à experiência: 

Os investigadores utilizaram apenas 12 gramas de solo lunar, recolhidos em vários locais da Lua durante as missões Apollo. Foi acrescentado cerca de um grama de terra- rególito- de cada vez, água e depois as sementes, junto com uma solução nutritiva diariamente.

Ao mesmo tempo, foram plantadas sementes no solo da nossa própria terra e amostras de solo lunar e marciano para comparação (grupos de controlo).

Passados dois dias, as sementes das amostras lunares germinaram. "Todas as plantas, quer nas amostras de solo lunar, quer nas amostras de controlo, tinham o mesmo aspeto até ao sexto dia", disse Anna-Lisa Paul, autora principal do estudo. Porém, depois disso, descobriu-se que as plantas cultivadas em solo lunar cresciam mais lentamente e tinham raízes atrofiadas.

Após 20 dias, os cientistas colheram-nas e estudaram o seu ADN e acabaram por descobrir que as plantas da Lua reagiram da mesma forma que reagiram a um ambiente hostil, tal como um solo com demasiado sol ou metais pesados.

No futuro, os cientistas querem compreender como este ambiente pode ser tornado mais hospitaleiro, pois, estes, há muito que se perguntam se a Lua poderia receber culturas, mas como as agências espaciais estão a planear agora o regresso dos humanos à superfície e talvez a construção de povoações lunares para os visitantes, a questão tornou-se mais urgente.

Escolhi falar sobre esta notícia por se tratar de um gigante avanço científico, com a ajuda do desenvolvimento tecnológico, pois esta experiência irá abrir portas para muitas outras que vão ter esta como base para que, no fim, os astronautas tenham "meios" na Lua, para além dos que levam da Terra, mesmo podendo servir apenas como último recurso, para se algo correr mal numa missão e se ter de adiar alguns dias, eles não se terem de se preocupar com as fontes de alimento.

Esta notícia pode estar relacionada também com outra que se encontra no blog de uns colegas de turma (Biologia 12- Aprender com ABI) que fala do turismo espacial, pois se algo corresse mal numa missão com "astroturistas" em que se tivesse de adiar a vinda para a Terra, até se poderia ir "buscar" alimentos cultivados na Lua, em vez de terem de regressar e não chegarem a aproveitar a viagem espacial.

Obrigada e espero que tenham gostado !! ;)

Vídeo da notícia

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Terça-feira, 26 de Abril de 2022

Olá a todos! 

Hoje vim falar-vos um pouco sobre a notícia: Cientistas descobrem método de rejuvenescimento de pele em 30 anos, por tê-la lido e achado bastante interessante e inovador, e também por ser um assunto de que todos devemos estar a par, já que poderá ser parte do nosso futuro, como sociedade, isto, pois com os desenvolvimentos científicos e os avanços tecnológicos, envelheceremos cada vez mais tarde.

Uma equipa de cientistas britânicos conseguiu rejuvenescer a pele de uma mulher de 53 anos, de modo a que as células aparentam ter uma idade de 23, segundo a BBC. Os cientistas do Babraham Institute em Cambridge acreditam que podem fazer o mesmo noutros tecidos do corpo humano.

O derradeiro objetivo desta investigação é desenvolver tratamentos para doenças relacionadas com o envelhecimento, tais como a diabetes, doenças cardiovasculares e problemas neurológicos. 

A técnica utilizada para rejuvenescer em 30 anos as células da pele de uma mulher foi baseada na tecnologia usada para criar a ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado a nascer da transferência nuclear de uma célula morta.

O líder desta equipa de cientistas disse à BBC que espera que esta técnica possa ser usada para prolongar a saúde das pessoas à medida que envelhecem: "nós temos sonhado com isto. Muitas doenças comuns tornam-se piores com a idade e pensar em poder ajudar as pessoas desta forma é muito entusiasmante", afirmou o professor Wolf Reik.

Contudo, o responsável pela investigação afirmou que o trabalho ainda está numa fase muito inicial e que há várias questões científicas que têm de ser ultrapassadas. Isto é ainda um estudo e este não pode passar já do laboratório para os ensaios clínicos devido aos riscos para a saúde que ainda estão envolvidos, como o do desenvolvimento de doenças cancerígenas.

Mas, agora que a sua equipa conseguiu rejuvenescer as células, Reik está confiante que vão conseguir desenvolver um método alternativo que seja mais seguro.

As primeiras aplicações desta técnica podem ser para desenvolver medicamentos para rejuvenescer a pele de pessoas mais velhas em partes do corpo com cortes ou que tenham sido queimadas- acelerando assim o processo de regeneração-, revelou ainda o investigador.


Obrigada e até à próxima !! ;)


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Terça-feira, 12 de Abril de 2022

Boa tarde a todos!

Na aula de Biologia, o meu professor pediu à turma para pesquisar-mos em casa uma doença auto-imune e descobrir-mos um pouco sobre ela. A doença auto-imune que eu escolhi pesquisar foi a doença de Fabry, também conhecida como doença de Anderson-Fabry, mas primeiro que tudo, convém pôr-vos a par de o que é uma doença auto-imune e das suas causas.

Primeiro que tudo, uma doença autoimune diz respeito a uma agressão no sistema imunológico, deixando-o tão desorientado que o mesmo torna-se capaz de atacar o próprio corpo e os orgãos, quando a sua função deveria ser a proteção. 
Segundo o Núcleo de Estudo das Doenças Auto-Imunes (NEDAI), o conjunto das doenças auto-imunes atingem três vezes mais mulheres do que homens, consistindo em uma das 10 principais causas de morte nas muheres, com idade inferior a 65 anos.

Em pessoas que já trazem alguma predisposição genética para desenvolver uma doença auto-imune, é possível que alguns fatores sejam desencadeantes para uma resposta auto-imune, como: 

  • Bactérias;
  • Vírus;
  • Toxinas;
  • Hormonas;
  • Medicamentos específicos;
  • Stress.
Relativamente à doença de Fabry:

O QUE É?

A doença de Fabry é uma doença rara que pode afetar homens e mulheres de todas as idades e etnias. É também uma doença "genética", ou seja, pode ser transmitida de pais para filhos. Tem este nome por ter sido descrita pela primeira vez pelos Drs. William Anderson e Johannes Fabry.

O QUE CAUSA ESTA DOENÇA?

As enzimas são substâncias produzidas pelas células do corpo que ajudam as reações químicas a ocorrer. Existem muitas enzimas diferentes, que possuem ações diversas e permitem que o organismo funcione com normalidade.

Uma das enzimas que o corpo produz chama-se alfa-galactosidase A - ou alfa-GAL, na forma abreviada. A alfa-GAL decompõe uma substância chamada globotriaosilceramida, também chamada GL-3 ou Gb3 na forma abreviada. Nas pessoas com doença de Fabry, o organismo não produz alfa-GAL suficiente ou esta não funciona devidamente. Isto significa que a GL-3 não consegue ser degradada de forma eficaz, acumulando-se nas células do organismo, no interior de umas estruturas chamadas "lisossomas". A acumulação de GL-3 pode danificar as células do corpo, impedindo que estas funcionem corretamente. Isto leva gradualmente a problemas de saúde em diferentes órgãos. Na Figura 1 é demonstrado como a GL-3 se acumula nas células das pessoas com doença de Fabry. Devido à acumulação de GL-3 nos lisossomas, a doença de Fabry faz parte de um grupo chamado “doenças lisossomais de sobrecarga”.

SINAIS E SINTOMAS:

Por ser uma doença rara nem sempre é reconhecida. A maioria dos sintomas não são específicos desta doença, o que a torna por vezes desvalorizada. Existem contudo um série de sinais e sintomas que as pessoas com desta doença apresentam:

  • Ardor e dor com formigueiros nas mãos;
  • Intolerância ao calor/frio;
  • Lesões cutâneas (ver imagem ao lado);
  • Problemas de audição;
  • Problemas cardíacos (incluindo aumento do tamanho do coração e problemas nas válvulas cardíacas);
  • Problemas renais;
  • Problemas do sistema nervoso, como AVC;
  • Problemas psicológicos, como depressão.

TRATAMENTO:

Atualmente, não existe cura para esta doença, o que faz com que o doente tenha de ser submetido a diversos exames para descobrir a forma como a doença o está a afetar, entre os quais: análises ao sangue e à urina, teste cardíacos, neurológicos e de audição, entre outros.


Pronto! E isto foi o que encontrei na minha pesquisa em relação à doença de Fabry. Espero que vou tenha deixado mais claro o que é uma doença auto-imune e a maneira como esta doença auto-imune funciona no organismo de uma pessoa que a tenha.
Escolhi falar sobre esta doença porque eu gostei de ficar a saber um pouco mais sobre ela e pensei que talvez vocês também pudessem gostar e também por estar incluída nos tópicos Ciência, Tecnologia e Sociedade. Ciência e Tecnologia, pois foi e é através destes que sabemos todas estas informações e que existe cada vez mais consciência em relação às doenças auto-imunes e a sua gravidade se não for feito um tratamento correto.


Sites que utilizei na pesquisa: 

Espero que tenham gostado! Até à próxima...<3

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Terça-feira, 29 de março de 2022

Olá a todos!

Hoje vim falar convosco de uma notícia da Euronews, que se relaciona com a guerra atual entre a Rússia e a Ucrânia.

Devido à guerra, a Rússia pode deixar a Europa sem internet, isto, pois 99% da rede mundial passa por linhas marítimas de comunicação globais. Inclusive, diversos navios russos, de "pesa ou de "oceanográficos", já foram avistados a cruzar as costas de França e Irlanda por onde passam essas "autoestradas de informação". Ainda por cima, não seria a primeira vez que a Rússia faria isso. Em 2014, a Rússia cortou os cabos que forneciam internet à Ucrânia e teria capacidade para repetir esse procedimento por toda a Europa.

Existem mais de 420 cabos no mundo, sendo no total cerca de 1,3 milhões de quilómetros, ou seja, mais de 3 vezes a distância da Terra à Lua, tendo o maior cabo 39 mil quilómetros de extensão. 

"Os cabos submarinos modernos usam fibras óticas para transmitir dados à velocidade da luz. No entanto, se nas imediações da costa os cabos são geralmente reforçados, o diâmetro médio de um cabo subaquático não é significativamente maior que o de uma mangueira de jardim. Há anos que as grandes potências estão envolvidas numa guerra híbrida, semiaberta, semissecreta, pelo controlo desses cabos. À medida que a Europa concentra cada vez mas ameaças à cibersegurança, investir na segurança e na resiliência da infraestrutura física não parecer ser uma prioridade.", acrescentou a notícia aos dados já referidos.

Acrescento uma curiosidade de que cortar cabos submarinos é uma prática antiga e comprovada de guerra:

França e Reino Unido já tiveram essa experiência, durante a I Guerra Mundial, quando os alemães cortaram os cabos que faziam parte da rede mundial de telegrafia por cabo;

Os Estados Unidos cortaram cabos em tempos de guerra, como é o casa de 1898, durante a Guerra Hispano-Americana, ação que deixou a Espanha no escuro, o que contribuiu em grande parte para a vitória final dos Estados Unidos.

Voltando à atualidade, há 3 tendências que estão a acelerar os riscos à segurança e resiliência desses cabos:

- A primeira é o crescente volume de dados em trânsito nos cabos, o que incentiva terceiros Estados a espiar ou interromper o tráfego;

- A segunda é a crescente intensidade de capital dessas instalações, que levou à criação de consórcios internacionais que envolvem dezenas de proprietários, separados das entidades que fabricam os componentes do cabo e daqueles que colocam os cabos no fundo do oceano, o que pode reduzir exponencialmente os custos, mas ao mesmo tempo permitir a entrada nesses consórcios de atores estatais que podem usar a sua influência para interromper os fluxos de dados;

- A terceira e última é a espionagem, que requer submarinos ou submersíveis a operar a partir de navios, capazes de intercetar, ou mesmo modificar, os dados que passam pelos cabos de fibra ótica, que, neste momento, apenas a China, a Rússia e os Estados Unidos têm esses meios.


Escrevi-vos sobre esta notícia, pois temos tendência para acreditar que os nossos smartphones, computadores, entre outros, estão interligados via espaço, mas, na realidade, a maior parte ( 99%, como já referi acima) é transportada por linhas marítimas de telecomunicações globais, e como isto acontece achei pertinente expor-vos esta notícia para terem uma melhor ideia de como a internet funciona e o que de facto pode estar a acontecer, como manipulação de informações, sem nós nos apercebermos.

Esta notícia relaciona-se com a Tecnologia diretamente, por ser um produto, neste caso, da engenharia que envolve um conjunto de instrumentos e técnicas que visam a resolução deste problema que é a circulação de informação interpessoal globalmente. Relaciona-se também com a Sociedade, na medida em que, se de facto acontecer este corte da internet por parte da Rússia à Europa, vai afetar a vida de muitas pessoas e tenho a certeza de que elas não iram permanecer silenciosas perante a situação por se tratar de um afronto a uma necessidade individual. 

Obrigada e até à próxima !! (:

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Terça-feira, 15 de março de 2022

Bom dia a todos!

Hoje venho-vos falar um pouco sobre uma notícia que foi publicada no Euronews com o título: O drama do trabalho infantil na Síria: Ibrahim, mecânico, 13 anos.

Esta notícia fala de como Ibrahim, um rapaz de 13 anos que vive em Idlib, trabalha todos os dias, das 8 às 19 horas, como mecânico, para conseguir ajudar financeiramente a família. É para a sua família uma necessidade, pois com a deslocação em massa das populações, devido aos bombardeamentos da Rússia e do regime de Assad, foram, junto com 90% dos sírios, “empurrados” para a pobreza. Muitas crianças não tiveram outra escolha a não ser trabalhar para sustentar a família:

“Os bombardeamentos forçaram-nos a abandonar as nossas casas, à chuva, e tivemos de ir viver para o campo. Por vezes guardo 10 ou 20 liras turcas e dou o resto ao meu pai. Recebo 100 liras (menos de sete euros) por semana”, diz Ibrahim.

Este, como mecânico, passa os dias com as costas dobradas e as mãos cheias de óleo, em vez de ir à escola, o que é normal naquela área, onde três em cada cinco crianças estão sem educação com apenas um terço das escolas a funcionar em pleno. O setor da educação tem muitos desafios a ultrapassar, principalmente com os salários, pois os professores são privados do ordenado durante vários meses, devido à falta de financiamento.



O parágrafo que, na minha opinião, mais resume o intuito desta noticia foi:

“Para muitas famílias da região, o trabalho infantil é um meio de sobrevivência. A UNICEF estima que as necessidades humanitárias na Síria aumentaram 27% desde 2020. As crianças fazem todos os tipos de trabalho, incluindo várias tarefas difíceis, algumas que são consideradas perigosas. A guerra é uma tragédia que rouba não só o presente das crianças, mas também o futuro.”

Escolhi falar sobre esta notícia por a guerra ser, infelizmente, um assunto atual ao qual estamos a assistir “em direto”. Vi esta noticia sobre trabalho infantil causado pela guerra russo-ucraniana e pela, já prolongada, Guerra Civil Síria e deixou-me a pensar no quão estas guerras nos afetam a todos, mas principalmente às crianças. Estas não têm hipótese de verem o mundo como um lugar que não se baseia só em coisas más e que pode ser seguro, como eu, por exemplo, que tive a oportunidade de poder ter esse pensamento quando era criança. Estas crianças não tiveram isso, pelo contrário. Elas não têm sequer a possibilidade de ter uma boa educação, de brincarem, de se divertirem e de, no fundo, serem crianças, como a maior parte das crianças de outros países que têm uma vida dita “normal” e que não têm de se preocupar em ter de trabalhar para conseguir ter o que outros tomam como garantido, que são as necessidades básicas de uma pessoa e de uma família.


Link: https://pt.euronews.com/2022/02/01/o-drama-do-trabalho-infantil-na-siria-ibrahim-mecanico-13-anos

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Terça-feira, 1 de março de 2022

Bom dia a todos!

Hoje venho-vos falar de uma notícia publicada a 28/1/22 na Euronews, que apesar de já ter acontecido há mais de um mês, vale a pena mencionar!

A minha publicação de hoje é dedicada aos astrónomos australianos que descobriram um objeto, que produz raios eletromagnéticos a cada 18 minutos, na Via Láctea diferente de tudo o que foi observado até agora. Este objeto estranho foi primeiramente detetado por um estudante, enquanto efetuava a sua tese, e captou imediatamente a atenção dos cientistas. "A equipa que o observou diz que o objeto é dotado de um campo eletromagnético muito poderoso, incrivelmente brilhante e calcula que se encontre a quatro mil anos-luz da Terra.", refere a notícia.

"Isso simplesmente não deveria ser possível" sublinha a astrofísica Natasha Hurley-Walker, afirmando que há ainda muitos mistérios para desvendar e explicando que, após todos os cálculos, percebeu-se que não deveria ter potência para produzir este tipo de ondas rádio três vezes por hora. Este acontecimento é para além de empolgante, também um pouco assustador

A equipa de investigação foi capaz de captar o sinal numa vasta gama de frequências, o que significa que deve ser um processo natural e não artificial, respondeu a cientista quando perguntada se este tipo de frequências poderia estar a ser enviada por uma outra forma de vida.

"Outras deteções dirão os astrónomos se este é um acontecimento raro e único ou uma grande população nova que nunca tínhamos notado antes", disse a cientistas referindo-se ao objeto, ou seja, o passo seguinte para os investigadores é procurar mais destes estranhos objetos no universo, pois "o tempo há de ajudar a entender o espaço", como refere corretamente a notícia.

Escolhi falar sobre esta notícia, porque quando a li pela primeira vez achei-a bastante interessante e empolgante, isto pois, conhecendo apenas 4% do universo, de acordo com os cosmologistas, há muito ainda por descobrir no espaço, coisas estranhas para nós, pois tenho a certeza de que este foi o primeiro de muitos objetos estranhos ao ser humano. Objetos estranhos no sentido de não os conhecer-mos e de serem diferentes do habitual.

Esta notícia faz referência ao tema Ciência, pois o sistema de adquirição de conhecimento usado para sabermos o que sabemos hoje sobre o objeto e mesmo o seu descobrimento foi feita através da ciência, junto com o grande desenvolvimento tecnológico que existe atualmente, sendo a Tecnologia também essencial a esta notícia. 

Obrigada e espero que tenham gostado !! :)



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Terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Olá a todos! 


Hoje venho-vos falar de um grande avanço científico que outrora era impensável e é por essa mesma razão que eu a escolhi apresentar.

E se eu vos contar que existe um coração de porco a bater dentro um humano, acreditariam? Já discutimos na publicação anterior o facto de um rim de porco ser utilizado nos humanos, mas agora é a vez do coração!


No dia 10 de janeiro de 2022, o americano David Bennett, de 57 anos, tornou-se no primeiro paciente a receber um coração de porco na história. David sofria de uma doença cardíaca terminal, ou seja, para conseguir sobreviver ele realmente precisava de um transplante de um coração. Porém, por ter a saúde muito debilitada, foi-lhe negado o transplante de coração. Depois de diversas tentativas de tratamento ficou claro que não haveria mais nada a fazer para o salvar, então, David, decidiu apostar toda a sua sorte e, principalmente, a sua saúde, neste tratamento experimental. Para diminuir os riscos de o corpo rejeitar o órgão ou de o paciente apanhar alguma doença por meio do transplante, foi escolhido um animal ( um porco) geneticamente modificado. Após 3 dias da cirurgia (o período considerado mais crítico), o coração transplantado em David ainda continuava e continua a bater normalmente.


Mas ainda há mais! Após 3 dias da cirurgia também descobriram um passado um pouco sombrio do paciente David Bennett. Este, em 1888, foi condenado a 10 anos de prisão após ter, em uma “briga de bar”, esfaqueado uma pessoa e a ter deixado paraplégica. Agora em 2022, devido ao alcance mundial de todas estas notícias sobre o transplante, a família da vítima começou a questionar se o órgão não deveria ir para alguém que o “merecesse mais”? 

Além disso, ainda foi levantado o debate: É justo ou não uma pessoa que cometeu tais crimes receber o transplante antes que uma pessoa que não tenha cometido nenhum? 





Agora deixo-vos aqui uma pergunta: Acham ético tirar o coração de um animal para poder salvar uma pessoa?


Escolhi partilhar convosco um pouco sobre este avanço científico, pois me fez pensar muito sobre esta pergunta acima e no facto de os porcos que são modificados de maneira a que não contraírem doenças por servirem de alimento, se não poderiam ser os mesmos que são, ou que vão ser, feitos para estes procedimentos?

Deixem as vossas respostas e ideias nos comentários, vou adorar saber quais são!! <3




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Terça-feira, 8 de fevereiro de 2022


Bom dia a todos!

Hoje vou contar-vos um pouco de outro grande avanço científico e tecnológico, que foi feito por cientistas dos EUA quando estes transplantaram com sucesso um rim de porco para um humano !!

Até ao dia 20/10/21, pesquisadores de todo o mundo trabalharam durante anos com a tentativa de usar órgãos de animais para transplantes. Um dos desafios, no entanto, seria como evitar a rejeição imediata  do corpo humano. Muitos viram possibilidade nos chamados xenotransplantes- de animais como porcos e macacos-, como um feito que pode aliviar a falta de órgãos humanos para transplante.

No dia 20/10/21, cientistas testaram, com sucesso, o rim de um porco geneticamente modificado em uma pessoa. Pela primeira vez, o órgão do suíno, conhecido como GalSafe, não provocou rejeição imediata pelo sistema imunológico do paciente. 

De acordo com a imprensa norte-americana, o estudo foi realizado por uma equipa do hospital Langone Health, da Universidade de Nova York. Quem recebeu o rim de porco foi uma paciente em morte cerebral com sintomas de disfunção renal e o procedimento, cuja data exata não se sabe, foi autorizado pela família da paciente.

 Falando agora um pouco mais do procedimento em si: o rim de porco geneticamente modificado foi ligado às veias e às artérias sanguíneas da paciente, mas mantido do lado de fora do corpo dela, para garantir que os pesquisadores tivessem acesso a ele. Especialistas explicaram ao New York Times que o rim produziu uma quantidade de urina "esperada" de um rim humano trnsplantado e, de acordo com o cirurgião Robert Montgomery, o resultado foi até melhor do que esperado.
Para que o rim de GalSafe não seja rejeitado, a equipa responsável eliminou um gene que desencadeava a rejeição no corpo humano. Agora novos testes irão decorrem, pois, segundo os pesquisadores, futuramente, os órgãos de animais podem ser uma solução de curto prazo para pacientes críticos até que um rim humano esteja disponível.

Os porcos Gal Safe foram criados por uma empresa de biotecnologia e podem ser usados por pessoas com alergia a carne e como tratamento humano, mas produtos médicos específicos, desenvolvidos a partir deles, necessitam de autorizações específicas.

Esta publicação abordo os conceitos: Ciência, pois foi necessário ter conhecimentos científicos para criar estes porcos geneticamente modificados e para lhes retirar o o gene que desencadeava a rejeição do corpo humano; Tecnologia, porque foi necessária em todo este procedimento científico, como a cirurgião e não só; Ambiente, pois foi preciso criar um ambiente específico para a criação destes porcos; e, por último, Sociedade, pois, até que ponto é que criar e utilizar porcos como dadores de órgãos é ético? 

Deixo aqui esta questão para refletirem um pouco e esta publicação, pois li esta notícia na EURONEWS e na SAPO e achei importante pôr-vos a par desta situação.

Obrigada !! 

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Terça-feira, 1 de fevereiro de 2022


Bom dia a todos!!

Hoje venho-vos falar de uma notícia imperdível, postada na SAPO ! Isto que vos estou prestes a contar é a prova que a junção da ciência com a imaginação e criatividade é imparável...Foi criado um CASACO VIVO !!!

Com uma ideia portuguesa, uma empresa paquistanesa e um laboratório inglês, foi possível criar um "casaco que parece ficção científica", isto é, uma casaco que produz oxigénio utilizando algas microscópicas.

Em parceria com o laboratório Inglês Post Carbon Lab foi criado o CO2AT, que é "um organismo vivo que contém algas microscópicas que fazem a absorção do dióxido de carbono e transformam em oxigénio", explica o diretor criativo, Filipe Mesquita.
A criação deste casaco foi uma ideia portuguesa e a produção de uma grande parte do casaco foi feita em Portugal, numa fábrica do Norte, porém este projeto é da fabricante paquistanesa de ganga Azgard9, que fornece várias empresas de moda. "Toda a peça de algodão puro é fabricada em Portugal, e é depois enviada para Inglaterra, onde o capuz do casaco é tratado com pigmentação microbiana que fará o processo de fotossíntese", explicava a notícia.

O tecido, para além de ser sustentável, é antibacteriano, anti odor, antivírico, respirável, resistente à água e repelente. Porém é preciso saber cuidar de plantas para se saber cuidar deste casaco, "já que são organismos vivos"!
Mas o vestuário tem vida depois da morte, porque ao ser enviado novamente para o laboratório, pode ser novamente "replantado".

A ideia deste projeto é mudar o paradigma "para este território de sustentabilidade", onde se começa a pensar numa "questão de transformação", em vez de "numa forma lógica de mitigação ou de redução".
Insiste e assegura Filipe Mesquita, ao dizer que "É fazer alguma coisa que transforme o problema numa solução" e que "ao receber um casaco destes em casa, oxigénio que já foi produzido na sua confeção e o tempo em que esteve vivo, já anula toda a pegada ecológica até chegar à porta".

"Ao fim do ano, produz o mesmo oxigénio que um carvalho de um ano"!

Após o sucesso da parte criativa, já premiada a nível nacional e internacional, segue-se a comercialização e a implementação desta tecnologia em grande escala. Para isso a empresa paquistanesa já entrou em contacto com a sua rede de clientes, que inclui grupos de moda como a Zara, e já captou a atenção de empresas como a Lacoste.

Considerei essencial a partilha desta notícia convosco, por ser a demonstração de que os tão significativos avanços científicos e desenvolvimentos tecnológicos, irão ser e são a "nossa salvação" enquanto sociedade, pois os estragos causados pela pegada humana são, de tal modo, negativos que é a criação destes projetos que aumenta os anos da vida humana; e é essencial falar sobre este assunto, pois é assim que se gere consciencialização.

Espero que tenham gostado! Obrigada ;)


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Terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Boa tarde a todos!

Hoje vim falar de um tópico triste, mas realista, os animais em vias de extinção.

Os animais extintos representam o quanto a ocupação humana prejudicou a diversidade da natureza no nosso planeta. Hoje, há mais de um milhão de espécies em vias de extinção por causa da atividade humana, segundo a ONU, que é clara ao dizer que o desaparecimento da biodiversidade está diretamente relacionado com as nossas ações. 

Primeiro que tudo, deixo aqui uma breve distinção entre as várias classificações de risco para animais em extinção, feita pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN):

Animais extintos:

  • Extinto: espécies que já não existem de acordo com o consenso dos cientistas;
  • Extinto na Natureza: animais que sobrevivem apenas em cativeiro (ex.: ararinha azul).
Animais em ameaça:

  • Em perigo crítico: animais que estão prestes a desaparecer e em risco altíssimo de serem extintos (ex.: orangotangos);
  • Em perigo: seres com uma população reduzida, mas que não têm igual risco ao acima mencionado (ex.: pinguim-das-Galápagos);
  • Vulnerável: animais que estão em risco, mas que não estão em situação crítica ou urgente (ex.: Leopardo-das-neves).

Animais em baixo risco:

  • Quase ameaçada: são animais que estão em situação de baixíssimo risco de momento;
  • Segura ou pouco preocupante: animais que não  correm risco de extinção.


De seguida tenho exposta uma lista dos principais animais ameaçados de extinção do mundo:

  1. Panda-gigante
  2. Leopardo-das-neves
  3. Gorila-das-montanhas
  4. Pinguim-das-Galápagos
  5. Diabo-da-tasmânia
  6. Orangotango
  7. Rinoceronte
  8. Ararinha-azul
  9. Vaquita
  10. Morsa


Escolhi partilhar isto convosco, pois é um problema que foi causado por nós, humanos, e que influência imensamente a natureza. Para manter o nosso sistema económico, a extração de recursos naturais e a sua consequente destruição não é apenas uma prática comum, mas uma necessidade. Com a destruição de biomas inteiros, é natural que a extinção dos animais ocorra. No entanto, existem práticas simples e acessíveis a tomar, como é o caso das que estão expostas nesta fotografia da empresa IBERDROLA, que ajudarão a manter sustentabilidade no nosso planeta:



Obrigada!

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Terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Boa tarde!

Antes de mais gostaria de desejar um feliz ano novo a todos e espero que estejam bem e de boa saúde. 

Bem, hoje trouxe-vos a história que se encontra no euronews e que fala de um robô emocional, Abel, que tem a capacidade de analisar, interpretar e reagir a emoções. Abel, mesmo tendo o aspeto de um rapaz de 12 anos, já tem uma missão de vida. Este robô humanoide foi criado com a missão de acompanhar pessoas doentes ou com algum tipo de limitação. Os seus criadores querem perceber se uma máquina pode ajudar a manter uma condição saudável, não só física, mas também mental e emocional. Isto é particularmente importante nalgumas áreas como a desordem do espetro do autismo ou distúrbios comportamentais ou sociais.

Para analisar as emoções humanas, este robô observa parâmetros como a frequência da voz, alterações térmicas ou a frequência de batimentos cardíacos, enquanto que para as captar, este está equipado com várias câmaras e microfones. Quem colaborou com este projeto foi o artista de Hollywood, Gustav Hoegen, que ajudou a conseguir um efeito ultrarrealista. Os criadores e Hoegen, pretendem que Abel seja utilizado nos domicílios, pois "ter um parceiro robô pode ajudar uma pessoa idosa ou alguém com dificuldades", afirmam eles.

Escolhi expor-vos esta notícia, pois aborda os temas tecnologia e sociedade no sentido em que, com o surgimento de Abel e de muitos outros projetos do mesmo tipo, começa a ser cada vez mais difícil fazer a distinção entre humanos e humanoides. Esta distinção poderá ser positiva de certas maneiras, tendo este projeto como exemplo, mas também poderá tomar um rumo negativo, no sentido de não podermos substituir o toque humano, pois não só atua como regulador de stress, mas também é uma garantia de que não estamos sozinhos neste mundo, operando como uma função social central.



Obrigada!

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Domingo, 21 de novembro de 2021

Boa noite a todos!

Nesta última quinta-feira, dia 18 de novembro, o meu professor de Biologia pediu-me que explicasse a importância das informações sobre a evolução do meu desempenho para as próximas etapas das minhas aprendizagens nesta disciplina.

As informações facultadas pelo professor (classificação por domínio por tarefa sumativa, média ponderada semestral e o estilo de aprendizagem correspondentes a cada aluno) permitem-me, não só perceber como estou em termos de aprendizagens na disciplina, mas também os estilos de aprendizagem em que me insiro, possibilitando-me, assim, poder evoluir enquanto aluna em função dos meus objetivos e controlar as aprendizagens, pois este feedback do professor influencia o meu presente e futuro como aluna. Por exemplo, no gráfico que o professor disponibilizou, respetivo ao teste VARK que fizemos em aula, consegui perceber que as estratégias de aprendizagem que me tornam mais eficaz são a estratégia de estudo auricular e cinestésica. Estas informações também promovem o envolvimento dos alunos na escola, embora a níveis distintos, nas diferentes dimensões.

Obrigada!

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Quinta-feira, 10 de novembro  de 2021

Boa tarde a todos!

Hoje venho informar-vos da notícia publicada no dia 23 de outubro no site da TVI24, com o título: "INVESTIGADORES ESTUDAM COMO BACTÉRIAS DO INTESTINO PODEM INFLUENCIAR PERSONALIDADE".

Esta investigação, liderada pelo Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) da Universidade do Porto, pretende estudar o impacto do microbioma humano na saúde mental e na sua interação com características de personalidade. Para tal, está a recrutar cidadãos, com mais 18 anos, para participar "nesta iniciativa que visa desvendar um lado ainda oculto das neurociências".

O microbioma humano, que é a soma de todos os micro-organismos que residem nos tecidos e fluidos humanos, composto principalmente de bactérias, tornou-se, nos últimos anos, um "importante alvo" de estudo ao influenciar de forma "notória" o equilíbrio entre a saúde e a doença.

A investigadora líder deste projeto, Benedita Sampaio Maia, esclarece ainda que o propósito deste projeto é relacionar características microbiológicas, nomeadamente, o tipo e quantidade de bactérias que habitam no nosso intestino com características da nossa personalidade.

Decidi apresentar-vos esta notícia, pois não só se trata de uma notícia de grande interesse, mas também por haver um número muito limitado de estudos/investigações feitos(as) em Portugal, daí a importância do desenvolvimento destes projetos.



Obrigada!

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Domingo, 31 de Outubro de 2021

Boa tarde!

Hoje escolhi falar-vos da notícia publicada a 29 de outubro de 2021, que fala da descoberta divulgada na publicação cientifica Science Advances e que abre novas frentes para o tratamento da doença Alzheimer.

A Universidade Britânica de Cambridge, que liderou a investigação, usou pela primeira vez dados humanos para quantificar a velocidade dos diferentes processos que conduzem à doença Alzheimer, a forma mais comum de demência que provoca danos progressivos e irreversíveis em diversas funções cognitivas, como memória, atenção, concentração, linguagem e pensamento. Foi descoberto que, em vez desta doença se desenvolver de forma semelhante a muitos cancros (os agregados formam-se numa região e em seguida espalham-se pelo cérebro), quando esta começa já existem agregados em várias regiões do cérebro. Portanto, tentar interromper a propagação de agregados de proteínas (que se acumulam em placas, fazendo com que as células cerebrais morram) fará pouco para retardar a doença, afirmou o primeiro autor do estudo Georg Meisl.

Escolhi esta notícia por estar relacionada com os tópicos ciência, tecnologia e sociedade e por ser, na minha opinião, bastante interessante e inovador.



Obrigada!

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